por Rita Andréa Guimarães
Um congresso extraordinário. Pessoas reunidas para pensar a multiculturalidade — tema que atravessa o tempo, as famílias e as formas de convivência.
Foram três dias de verdadeira imersão, com palestras plurais e presenças inspiradoras, como a desembargadora Andréa Pachá, o presidente do IBDFAM Rodrigo da Cunha Pereira, Maria Berenice Dias, Giselle Groeninga, Claudia Pretti, Ana Gerbase, entre tantos outros nomes que constroem cotidianamente o pensamento contemporâneo do Direito das Famílias.
Três dias de escuta e reflexão.
O IBDFAM tem uma arquitetura muito própria, distinta de qualquer outro instituto ligado ao Direito. Seu olhar se volta ao afeto — e reconhece o sujeito de direito, mas também o sujeito de desejo.
E isso muda tudo.
É nesse ponto que o Direito encontra a Psicanálise: no espaço em que o humano se revela para além da norma. Um lugar onde se pensa o Direito a partir das diferenças, da dignidade, da subjetividade e do afeto.
Foi uma verdadeira confluência de saberes e sensibilidades, todos convergindo para um mesmo centro: o sujeito.
E é nesse entrelugar, onde o Direito se abre ao desejo — e o desejo se escuta como ética — que nascem laços entre os mais diversos saberes: o Direito, a Psicanálise e a Mediação.
Uma experiência única. Um congresso que reafirma o humano como essência do Direito e o IBDFAM como casa onde o afeto tem voz.
Obrigada por esse encontro . Parabéns pelo cuidado com a sustentabilidade no seu sentido mais amplo. Que venha o próximo!
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